quarta-feira, 21 de junho de 2017

Sinais dos Tempos...

"Hoje tive o desgosto de ser obrigado a almoçar num PF que estava passando o programa da Fátima Bernardes.
Em dez minutos foi exibido um sexólogo reclamando do cristianismo e do avanço conservador no Brasil, uma matéria exaltando a parada gay como um divertimento para a família enquanto mostrava imagens de um travesti vestido de freira e chifres do capeta e uma funkeira cantando baixarias cercada de criança seminuas que imitavam o ato sexual. No fim foi anunciado que amanhã o tema do programa será a vinda de refugiados islâmicos para o Brasil.
Esse tipo de programa é construído propositalmente para inocular no povo brasileiro uma moral desprovida de qualquer base religiosa e propagar modelos comportamentais baseados naquilo que os donos do canal querem transformar o povo brasileiro.
A lavagem cerebral feita é sutil e violenta, atingindo principalmente os dois públicos que estão na frente da TV pela manhã, crianças e donas de casa. Através das crianças é moldado o pensamento das futuras gerações e com as donas de casa a Globo consegue disseminar suas mudanças dentro das estruturas familiares em um país matriarcal, em que a mulher muitas vezes define o pensamento da família.
A habilidade deles consiste justamente em doutrinar sem que a pessoa perceba utilizando para isso a credibilidade de uma jornalista tida como séria, que por anos teve sua imagem trabalhada na mídia como modelo de mãe e agora foi transformada estrategicamente na amiga de toda dona de casa de sua idade, para quem mostra as novidades do mundo e o que querem fazer crer que é viver sem preconceitos.
Em um país de analfabetos a maioria das pessoas não tem defesas argumentativas contra toda a força da mídia e acabam forçadas por suas famílias a aceitarem tudo o que é propagado, ficando em silêncio ou concordando, sob pena de ser visto como um preconceituoso ou peça de museu. Isso aconteceu no restaurante onde eu estava, em que operários e secretárias comiam calados, disfarçando seu constrangimento ante toda a promiscuidade exibida em plena manhã pela televisão."

Por Caio Bellote

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